Formação

Coordenação: Alexandre José da Costa Velhinho

A preparação das actividades e a exigência de segurança na prática das diferentes modalidades conduzem, frequentemente, à realização de cursos adequados, ministrados por monitores especializados.

Regularmente, o CAAL promove acções de formação destinadas a todos os sócios, quer de iniciação, quer de aperfeiçoamento, permitindo-lhes a evolução, em particular, nos seguintes domínios:

Pontualmente, o CAAL tem também proporcionado aos seus associados outras acções de formação, abrangendo áreas tão diversas como a Espeleologia, a Vela e o Socorrismo.

A formação é considerada pelo CAAL como uma vertente de extrema importância para:

  • garantir a melhoria das condições de segurança na prática das actividades;
  • promover e divulgar as diferentes modalidades, cativando novos praticantes;
  • responder da melhor forma aos anseios dos sócios e às necessidades decorrentes da vida do Clube;
  • materializar o respeito devido aos formandos e aos sócios em geral;
  • conferir maior visibilidade externa e reforçar a posição institucional do CAAL no panorama nacional e internacional.

Como tal, as questões referentes à formação estão entregues a um dos membros da equipa directiva, que actua como Coordenador da Formação, apoiado por um quadro técnico de Monitores oficialmente credenciados, coadjuvados por um grupo de Monitores Internos credenciados pelo próprio Clube. A realização das acções de formação conta ainda com o apoio inestimável dos Grupos de Dinamização das respectivas modalidades.

As acções de formação propostas aos sócios enquadram-se numa lógica evolutiva. Em cada modalidade, tem-se procurado implementar um sistema de formação escalonado, conjugando:

  • Actividades de Iniciação (para “dar a provar” o tipo de actividade);
  • Cursos Básicos (preparando para a prática sob enquadramento, ou para prática autónoma com restrições, conforme em cada área se considere mais adequado);
  • Cursos Avançados (destinados a habilitar à prática autónoma na maioria das situações e, sobretudo, a que o sócio se torne capaz de definir por si o seu percurso de aprendizagem posterior, i.e., ganhe a experiência mínima necessária para acumular experiência).

Paralelamente, procura-se que as acções de formação obedeçam a critérios de qualidade, mediante:

  • a adopção de métodos de trabalho adequados e o entrosamento e coordenação dos formadores;
  • o rigor ao nível do planeamento prévio das acções e da sua execução;
  • a implementação de sistemas de avaliação (dos formandos e das próprias acções de formação)
  • a adopção de uma rotina de análise a posteriori de cada acção, com o intuito de acumular experiências a aproveitar no futuro.

A título de exemplo, o panorama dos cursos de formação oferecidos aos sócios do CAAL no ano de 2003 está resumido no seguinte quadro:

Formação 2003