Gralheira 1

Por Terras de Fugitivos
2024-05-24 - 2024-05-26 (Sexta-feira - Domingo)
Já há fotos! Não percam o álbum de José Branco de Carvaho AQUI
 
 
Desta vez vamos percorrer o Maciço da Gralheira,
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apreciar a imponência da serra, com as suas encostas coloridas de amarelo e roxo, zonas revestidas de flores da carqueja, da urze e do tojo
mourisco.

Saímos sexta ao fim do dia, para aproveitarmos a
frescura da manhã de sábado, percorrermos os maravilhosos trilhos e apreciar as
‘dobras’ da serra.
 
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Dado
que alguns trilhos apresentam dificuldades,
num dos dias (sábado), existem duas caminhadas alternativas, para que
a
atividade seja acessível a todos.

Programa do fim de semana

Sexta:
Saída
de Entrecampos às 19h30 e alojamento na Pousada da Juventude das Termas de São
Pedro do Sul.

Sábado:
Existem
dois trajetos à escolha

- Trajeto
de dificuldade média/alta
:
Começamos no Alto de Gourim,
rodeados de grandes horizontes, observando as maranhas da serra, ‘a Garra’, o
isolamento das aldeias abandonadas, descendo depois para a mítica aldeia da Drave, com as suas casas de
xisto. Aí podemos ver a ribeira com o mesmo nome, os mais afoitos podem até
refrescar-se nas suas águas.

Depois
de retemperadas as forças, subimos até à aldeia
mineira de
Regoufe, de onde se extraiu volfrâmio durante as
guerras mundiais.

Percurso com cerca de 9,5km,
por estradão e caminho de pé posto, com piso irregular (xisto quebrado). Descida
acentuada. 700m de desnível descendente e 360m de desnível ascendente.

- Trajeto
de dificuldade fácil
:

Percurso com cerca de 5km, de invulgar beleza, por caminho de pé
posto, entre Regoufe e Covelo do Paivô. Percurso com 379m
de desnível descendente e 95m de desnível ascendente.

Domingo:
Começamos
no alto do Monte de São Macário, o
santo que transportava brasas nas mãos. Depois de apreciarmos as magníficas vistas que daí se alcançam, percorremos
uma espetacular cumeada, donde se avista de um lado o Vale do Vouga, com o Caramulo
ao fundo, de outro, o vale do Paivô,
tendo como companhia alguns geradores eólicos.

De
seguida descemos para o Fujaco (e
percebemos porque aí se refugiou quem
andava fugido
da justiça). Podemos apreciar as casas conservadas de xisto e
a sua arquitetura tradicional. Resta-nos 500 m de asfalto para chegarmos ao
local até onde pode ir o autocarro, trata-se
de terras de fugitivos…

Percurso com cerca de 8km,
por estradão e caminho de pé posto, com piso irregular (xisto quebrado), com
668m de desnível descendente e 148m de desnível ascendente.

Quem não quiser efetuar o percurso a pé poderá passar o dia no Bioparque do Pisão,
desfrutando, eventualmente, da sua piscina, caso já esteja a funcionar (não
incluída no preço da atividade).

Antes de regressarmos a Lisboa
faremos uma paragem na nossa já conhecida Quinta
da Cavada
, para aconchegar o estômago com um lanche ajantarado, enquanto admiramos o panorama que daí se avista.

Cartografia: Folhas nº 155, 156 e 166 do
IGE, escala 1/25000.

Recomendações: Recomenda-se o uso de botas
e bastões. Não esquecer agasalho e proteção para sol/chuva. Fato de banho para os
corajosos…

Alojamento: Pousada da Juventude das
Termas de S. Pedro do Sul em quartos duplos (duas noites) com pequeno almoço.

Partida:
Sexta às 19h30, de Entrecampos (Av. 5 de outubro, por baixo da ponte do
comboio).

Preço: 171€, que podem ser
pagos por 3 vezes (57€ X 3 = 171€).

O preço inclui o reconhecimento da atividade, o
seguro, o alojamento de duas noites com pequeno almoço, o transporte em
autocarro, a gratificação do motorista e o lanche ajantarado na Quinta da
Cavada.
 
As fotos do reconhecimento podem ser vistas AQUI